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Mostrando postagens de junho 1, 2025

Esperança tola:

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Você já sentiu que tudo o que faz é à toa? Que, no fim, ninguém vai te reconhecer ou lembrar — e que, com o tempo, tudo o que você fez será perdido? Sinto isso constantemente. Fico triste ao pensar que talvez tudo o que eu faça seja para nada. Queria que minha vida tivesse um propósito, mas muitas vezes me vejo como alguém insignificante. Talvez a única coisa que me faça continuar seja uma pequena esperança — quase inexistente — de que, no final, algo do que eu fizer possa dar certo. Uma esperança tola, eu admito. Esforço e dedicação parecem não importar se você não tiver sorte. (Claro, estou partindo do princípio de que você seja “ninguém”, só mais uma pessoa comum. Porque, se for rico ou tiver alguém influente ao seu lado, já nasceu com sorte.) A sorte, para mim, é mais importante que o trabalho duro. Já ouviu aquele ditado: “Estar na hora certa, no lugar certo”? Isso é real. Você pode ser o melhor na su...

O destino é seletivo? Ele tem seus favoritos?

Já parou para pensar que talvez você só seja reconhecido depois da morte? Ou, às vezes, nem isso? Admiro aqueles que têm sorte. Nesta vida, sorte é tudo — ou, ao menos, nascer com privilégios já é um bônus de sorte. É verdade que dá pra fazer certas escolhas que aumentam suas chances, mas, se você for muito azarado, o azar te puxa para baixo, mesmo que tente fazer tudo certo. Se o azar te marcou, sinto muito: por mais que se esforce, seu destino é falhar e cair no esquecimento. No mundo, existem aqueles que nascem para ser os protagonistas. Mas, assim como na ficção, os personagens principais são sempre poucos — não tem como todo mundo ser. O resto nasce para ser figurante, infelizmente. Não há nada mais injusto do que o próprio destino. Mas o mais triste de tudo é que você nunca sabe se foi marcado pela sorte ou pelo azar. No fim, só tentando para descobrir.