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Corno Dançarino – Arauto dos Chifres:

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Conto baseado na história do Espírito do Corno, da página do Facebook:  Histórias aleatórias sem qualidade ou importância pra humanidade. ​ Link da história na qual me baseei para criar esse conto:  Espírito do Corno -------------------------------------------------------------------- Corno Dançarino – Arauto dos Chifres: Um garoto vivia feliz com seus pais. Mas, certo dia, tudo começou a mudar. Seu pai passou a agir de forma estranha — bebia mais do que o normal, discutia constantemente com a esposa, e logo as brigas se transformaram em agressões. Cansada daquele inferno, a mãe decidiu pôr um fim em tudo. Terminou o relacionamento e levou o filho consigo. Foi só após a separação que a verdade veio à tona: o pai tinha uma amante, e um filho com ela. Toda a violência e o afastamento agora tinham uma explicação cruel — ele queria se livrar da antiga família para viver com a nova. Ao ver a mãe sofrer tanto — já que, mesmo após o término, ela nunca superou a dor qu...

Consequência dos seus atos:

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Capítulo Extra – O Último Capítulo O que ele trará: ⚠️ SPOILERS — caso não tenha lido os quatro capítulos anteriores, não recomendo prosseguir com este tópico. . . . . . . - Como o Pato Assassino sobreviveu à explosão. - Como ele conseguiu o braço mecânico. - Como ele consegue pilotar uma moto mesmo sendo cego. - Se, nesse mundo, todos são animais, que carne eles consomem. - Como Ellen, a raposa, reagiu ao saber da morte do Pato. - A cena da festa. - O passado de Davi, o Leão Dourado. - Por que ele é um ser aprimorado. - O que Ellen e o Pato conversaram antes de Gustavo, o gato detetive, acordar. - E algumas cenas extras mostrando o que aconteceu depois do Capítulo 4. ------ Foi muito divertido trabalhar nessa série. Em breve, trarei um texto especial sobre toda a experiência que tive ao criar uma história dividida em capítulos. Para os que leram, gostaria de pedir um feedback — quero saber se vocês gostaram ou não. Mas, caso prefiram não comentar, tudo bem também. ...

Leão, o Governador:

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Capítulo 4: Foi noticiado que o Pato Assassino morreu. Sua morte saiu em todos os jornais. O povo comemorava nas ruas, com o céu nublado — não por nuvens, mas pela fumaça das grandes fábricas. A morte daquele que acreditavam ser o maior criminoso de todos trouxe uma falsa esperança: talvez, enfim, o povo pudesse ter justiça. Davi, o Leão Dourado, fazia uma festa em um salão luxuoso. Convidou vários políticos, empresários, banqueiros, juízes, promotores, jornalistas, artistas, influenciadores, líderes religiosos e até a alta cúpula militar. Mas, antes de chegar à festa, discursou em frente à delegacia, câmeras apontadas para ele: — Essa foi uma operação muito perigosa. Sacrificamos muitos homens bons, que lutaram até o fim contra um mal maior, mas suas mortes não foram em vão. Enfim, eliminamos aquele que representava o maior perigo para a sociedade: um assassino sanguinário que matava a sangue frio. Finalmente, a era do maior assa...

Tucano Jornalista:

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Capítulo 3: Depois de concluir a faculdade de Jornalismo, Fernando conseguiu uma vaga como estagiário em um jornal local. Assim como na faculdade, uma das coisas que aprendeu foi que sempre deveria olhar e entender o lado do agressor, mostrando a versão dele e, muitas vezes, colocando a vítima como vilã. Afinal, diziam que os criminosos eram vítimas de uma sociedade opressora. Essa era a visão que Fernando absorveu. Ele fazia seu trabalho com afinco, até que um dia seu chefe o parabenizou. O jornal fazia parte de uma companhia maior e, impressionado com seu desempenho, transferiu-o para a televisão. Com o tempo, várias pessoas que compartilhavam da mesma linha de pensamento passaram a gostar cada vez mais dele, até que Fernando se tornou muito famoso no jornal televisivo. Mas certo dia, quando tudo parecia estar dando certo, recebeu uma ligação: seu irmão e a cunhada haviam sido assaltados e mortos por criminosos. Ali, seu mundo desabou. Nunca imaginou que aqueles ...

Gato Detetive:

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Capítulo 2: Minhas orelhas se eriçaram ao ouvir o leve clique do teclado. Movi-me em silêncio, como só um gato consegue, e encontrei minha assistente copiando arquivos do computador central da delegacia, aproveitando que não havia ninguém por perto. Percebi que as câmeras estavam desligadas — e, assim que ela terminou, tudo voltou ao normal. Continuei reunindo provas, mas o que mais me intrigava era outro detalhe: toda vez que ela conseguia informações sobre algum criminoso, esse animal aparecia morta poucos dias depois. Comecei a suspeitar de que ela estivesse trabalhando para algum assassino que tinha como único padrão eliminar outros criminosos — mas eu não conhecia ninguém que agisse assim. Num dia nublado, segui-a em silêncio. Meus passos eram leves, invisíveis, como os de um caçador noturno. Na praça, ela se sentou ao lado de um pato que aparentava certa idade. Aquilo não fazia sentido — a idade não batia. Mas eu conhecia apenas ...