Esperança tola:
Que, no fim, ninguém vai te reconhecer ou lembrar — e que, com o tempo, tudo o que você fez será perdido?
Sinto isso constantemente.
Fico triste ao pensar que talvez tudo o que eu faça seja para nada.
Queria que minha vida tivesse um propósito, mas muitas vezes me vejo como alguém insignificante.
Talvez a única coisa que me faça continuar seja uma pequena esperança — quase inexistente — de que, no final, algo do que eu fizer possa dar certo.
Uma esperança tola, eu admito.
Esforço e dedicação parecem não importar se você não tiver sorte.
(Claro, estou partindo do princípio de que você seja “ninguém”, só mais uma pessoa comum.
Porque, se for rico ou tiver alguém influente ao seu lado, já nasceu com sorte.)
A sorte, para mim, é mais importante que o trabalho duro.
Já ouviu aquele ditado: “Estar na hora certa, no lugar certo”?
Isso é real.
Você pode ser o melhor na sua área, mas, se não tiver sorte, ninguém vai te notar — não importa o quanto se esforce.
Mas talvez o verdadeiro propósito seja outro.
Às vezes, pensamos alto. Alto demais.
Nosso destino pode não ser o topo.
Talvez o momento seja mais valioso que o legado.
Se divertir fazendo algo, mesmo quando se está triste...
Ou saber que aquilo que você faz pode tocar alguém, ajudar em um momento difícil, ou simplesmente alegrar o dia de outra pessoa.
Nem tudo precisa ser grandioso.
Às vezes, as pequenas coisas são as mais valiosas.
Mesmo que, no fim, tudo se perca... ainda assim, o momento é único e precioso.
Fico triste por saber que talvez eu nunca consiga me sustentar fazendo o que amo.
Mas fazer por amor me traz uma alegria triste — ou uma tristeza feliz.
Uma sensação mista, mas estranhamente satisfatória.
Sinto isso constantemente.
Fico triste ao pensar que talvez tudo o que eu faça seja para nada.
Queria que minha vida tivesse um propósito, mas muitas vezes me vejo como alguém insignificante.
Talvez a única coisa que me faça continuar seja uma pequena esperança — quase inexistente — de que, no final, algo do que eu fizer possa dar certo.
Uma esperança tola, eu admito.
Esforço e dedicação parecem não importar se você não tiver sorte.
(Claro, estou partindo do princípio de que você seja “ninguém”, só mais uma pessoa comum.
Porque, se for rico ou tiver alguém influente ao seu lado, já nasceu com sorte.)
A sorte, para mim, é mais importante que o trabalho duro.
Já ouviu aquele ditado: “Estar na hora certa, no lugar certo”?
Isso é real.
Você pode ser o melhor na sua área, mas, se não tiver sorte, ninguém vai te notar — não importa o quanto se esforce.
Mas talvez o verdadeiro propósito seja outro.
Às vezes, pensamos alto. Alto demais.
Nosso destino pode não ser o topo.
Talvez o momento seja mais valioso que o legado.
Se divertir fazendo algo, mesmo quando se está triste...
Ou saber que aquilo que você faz pode tocar alguém, ajudar em um momento difícil, ou simplesmente alegrar o dia de outra pessoa.
Nem tudo precisa ser grandioso.
Às vezes, as pequenas coisas são as mais valiosas.
Mesmo que, no fim, tudo se perca... ainda assim, o momento é único e precioso.
Fico triste por saber que talvez eu nunca consiga me sustentar fazendo o que amo.
Mas fazer por amor me traz uma alegria triste — ou uma tristeza feliz.
Uma sensação mista, mas estranhamente satisfatória.
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